Mesmo com a derrota por 2 a 0, Brasil exibe sua força e a torcida Xavante faz história no Maracanã

A frase que mais pode descrever a história de Brasil e Flamengo é: obrigado, torcedor Xavante. Jogando no palco mais charmoso do futebol mundial, o Maracanã, o Brasil jogou de igual para igual com o campeão do mundo Flamengo. A derrota por 2 a 0 não traduz aquilo que fora o jogo, afinal o empenho dos guerreiros Xavantes e o apoio da Maior e Mais Fiel encantaram mais do que qualquer coisa. Um pênalti não marcado no primeiro tempo e uma falta ignorada no lance do primeiro gol flamenguista foram as marcas negativas da histórica partida. Agora, encerrada a participação rubro-negra na Copa do Brasil, o time do técnico Rogério Zimmermann volta suas atenções para o Gauchão 2015. No sábado (21), enfrenta o Juventude, às 16h, em Caxias do Sul.

Desde o começo da semana, uma invasão Xavante tomava conta da Cidade Maravilhosa. O Rio de Janeiro - que continua lindo conforme a música de Gilberto Gil - ele ficou ainda mais belo com a chegada dos humildes e guerreiros torcedores rubro-negros. A distância nunca foi obstáculo para a mais apaixonada torcida do país e jogar no Maracanã, com todas as televisões transmitindo, era mais uma oportunidade de mostrar a força da Maior e Mais Fiel. E ela partiu das arquibancadas e atingiu o gramado do Maraca.

A bola rolou e quem acompanhou a partida viu um Brasil marcando forte, não dando espaços e mostrando que buscaria, sim, a vitória. Marcelo Cirino, aos 4, tentou concluiu e Ricardo Schneider não deu espaço para o atacante carioca. Aos 9, Wender tentou cruzar para a área, mas a bola explodiu no braço de Bressan e o árbitro marcou apenas escanteio. Aos 13, Cirino deu um passe de calcanhar e Anderson Pico invadiu a área, chutou forte e obrigou Eduardo Martini a fazer uma bonita defesa. Aos 18, Pico até tentou, mas chutou de longe e mandou uma bola muito distante do gol de Martini.

Alex Amado, aos 28, chutou de longe e obrigou Paulo Victor a fazer uma boa defesa. Aos 33, um lance escandaloso no Maracanã. Felipe Garcia deu um lençol no marcador na entrada da área e lançou Alex Amado. O baixinho, dentro da área, tentou cruzar para Nena. Bressan abriu o braço, a bola explodiu na mão do flamenguista e tomou outro rumo. Pênalti que só o árbitro Rodolpho Toski não viu. Um erro que custou caro ao time pelotense. 

Anderson Pico, aos 39, voltou a arriscar de longe e fazer feio no Maracanã. Já Marcelo Cirino, no último lance de perigo do primeiro tempo, bateu, aos 42, e viu Eduardo Martini, seguro, fazer boa defesa.

Na volta para a etapa final, o Brasil buscou utilizar os 45 minutos finais para fazer os dois necessários gols. Mas viu Jonas, aos 3, chutar de longe e imitar Anderson Pico com a falta de pontaria. Viu, também, Gabriel, aos 12, arriscar. Desta vez, a bola explodiu em Rafael Forster e não chegou ao gol Xavante. Eduardo Martini, aos 23, fez fácil defesa em chute de Cirino.

Aos 25, porém, outro erro de Rodolpho Toski que prejudicou o Brasil. Ricardo Schneider dominou a bola no meio do campo, foi derrubado por Marcelo Cirino e viu o árbitro da partida fazer vista grossa. Paulinho recebeu passe, puxou para o meio e, de fora da área, chutou rasteiro. A bola desviou em Forster e fugiu do alcance de Martini. Flamengo 1 a 0.

Aos 29, Leandro Leite arriscou de longe e não conseguiu empatar o jogo. Aos 39, Diogo Oliveira fez boa jogada e cruzou para Alex Amado. O baixinho, na segunda trave, dominou a bola e chutou. Sem achar o gol de Paulo Victor, ela encontrou os pés de Diogo Oliveira que cruzou para Nena, mas a arbitragem já parava a jogada marcando impedimento do meia rubro-negro.

Cleiton, aos 42, tocou para Diogo Oliveira. O Maestro rubro-negro dominou e bateu rasteiro. Paulo Victor fez a defesa. Um minuto depois, Nena, de longe, dominou a bola no peito e sem deixar ela cair no chão chutou bonito. Paulo Victor fez uma grande defesa para evitar o gol Xavante. Aos 47, porém, Marcelo Cirino partiu em velocidade e cruzou para Eduardo da Silva dar números finais ao jogo.

O Brasil encerrou a sua participação na Copa do Brasil diante de um gigante do futebol mundial e o melhor: jogando de cabeça erguida e orgulhando a Maior e Mais Fiel. Agora, as atenções rubro-negras se voltam para o Gauchão. No próximo sábado (21), às 16h, no estádio Alfredo Jaconi, em Caxias do Sul, enfrenta o Juventude.

FOTO: Carlos Insaurriaga / GEB

Jonathan Silva
Assessoria de Imprensa GE Brasil

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