Começaram, oficialmente, os Jogos Paralímpicos de Sochi. Na noite desta sexta-feira, 7, (tarde no Brasil), os 44 países participantes da competição desfilaram no Estádio Olímpico Fisht, sob os olhares de cerca de 40 mil pessoas, durante a cerimônia de abertura. A festa durou duas horas. Três nações estrearam nos Jogos de Inverno: Brasil, Turquia e Uzbequistão. A delegação brasileira, com dois atletas, foi a nona a desfilar.
Fernando Aranha, do esqui-cross country, e Andre Cintra, porta-bandeira e atleta do snowboard, são os representantes do país nos primeiros Jogos de Inverno da história do Brasil. A participação na competição só foi possível graças à uma parceira do Comitê Paralímpico Brasileiro (CPB) com a Confederação Brasileira de Desportos na Neve (CBDN). O acordo entre as duas entidades, formalizado em maio do ano passado, visa o desenvolvimento de modalidades paralímpicas de inverno no país e consiste em apoio financeiro do CPB às iniciativas da CBDN no movimento paralímpico.
Apesar do acordo oficial ter sido formalizado apenas em 2013, o trabalho começou em agosto de 2012, com Andre Cintra, e em novembro do mesmo ano, com Fernando Aranha. Desde então, foram investidos cerca de R$ 500 mil nos atletas, provenientes da lei Agnelo-Piva. Ao todo, eles viajaram para fora do Brasil para participar de 11 etapas de treinamento e de 13 competições, contando com os Jogos Paralímpicos de Inverno, em Sochi. O valor ainda inclui hospedagens, materiais esportivos, passagens, uniformes, transporte e comissão técnica.
“Esta parceria é mais uma opção que proporcionamos para as pessoas com deficiência praticarem esportes, desde a base até o altíssimo rendimento. Precisamos reconhecer o trabalho do Stefano Arnhold, presidente da CBDN, e de toda a equipe da confederação, pelo alto nível de profissionalismo e de planejamento”, elogiou Andrew Parsons, presidente do CPB. “Estamos planejando a longuíssimo prazo. E é um desafio para nós, também, porque, se conseguirmos ter representantes nas modalidades de inverno, podemos desenvolver modalidades de verão em que não somos tão presentes”, afirmou Parsons.
“Se eu tivesse que dar uma nota de zero a dez à essa parceria, daria 11. Foi um casamento perfeito. O CPB é uma entidade muito bem-sucedida, basta ver a evolução do esporte paralímpico brasileiro. Está sendo um aprendizado. A gente entrou com o conhecimento no esporte na neve e, o CPB, com o conhecimento em gestão esportiva e, claro, do próprio esporte paralímpico”, explica Stefano Arnhold, presidente da CBDN e Chefe de Missão do Brasil em Sochi. “Para Sochi, estabelecemos a meta de trazer os dois atletas. Para o futuro, queremos realizar estudos a fim de viabilizar, econômica e tecnicamente, planos para cada modalidade paralímpica dos Jogos de Inverno”.
Os Jogos serão disputados até 16 de março, por 575 atletas. Eles vão competir em 72 eventos, de cinco esportes: esqui alpino, biatlo, esqui cross-country, hóquei sobre trenó e curling em cadeira de rodas. O snowboard estreará nos Jogos como parte da programação do esqui alpino.
O Sportv transmitirá 35 horas dos Jogos Paralímpicos de Sochi.
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Assessoria de Imprensa do Comitê Paralímpico Brasileiro nos Jogos Paralímpicos de Sochi 
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Canguçu Sports

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