Foto: Gilmar Fraga

As Copas sempre serviram para introduzir e consolidar novas regras para o futebol. Até o Mundial de 1970, por exemplo, não se permitiam substituições de jogadores. Se algum se machucava, deixava o campo ou se refugiava em algum lugar ermo do gramado, conformado em fazer número. Recentemente, uma alteração não suficientemente percebida permite 12 jogadores na reserva, garantindo aos técnicos um repertório muito maior de possibilidades. A tecnologia também tem entrado em campo, com implicações que podem, e devem, ser discutidas.
Uma questão presente ao se comentar as arbitragens das Copas ao longo do tempo diz respeito aos estilos: à linha sul-americana ou à escola europeia. No passado, quando os árbitros trabalhavam basicamente em seus países e inexistia um esforço de uniformização de critérios, as arbitragens refletiam um estilo que correspondia ao futebol jogado em seus países. O Brasil sempre foi muito alegre, animado, disposto, divertido, e isso se manifestava na arbitragem, que era mais condescendente. Já o modelo da Inglaterra, ao qual mais recorremos porque lá começou o futebol, tinha um padrão de concessão à rudeza do jogo, eliminando-se, por certo, deslealdades como o pontapé, a sola, a cabeçada proposital, o grande empurrão. Hoje, gradativamente se observa que as arbitragens se encaminham para esta concessão. O futebol está sendo submetido a um processo de civilização e vai se tornar gradativamente também um jogo de força, energia, velocidade, confronto, mas leal.
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Canguçu Sports

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